Que Maravilha! (pt. 2 – COM SPOILERS)

Então, segunda-feira também tem post novo! Novo mais ou menos, na real, por que eu decidi revisitar um assunto que o @marcelohomrich já mandou muito bem – não nego nem confirmo que o texto dele inspirou o meu. Vamos falar (mais um pouco) sobre Mulher-Maravilha?

 

semtitulo.jpg
Esse post teve a consultoria da Mulher-Maravilha da minha vida, @anacarolina_la

 

A primeira coisa que eu preciso dizer sobre o filme é: QUE ELENCO! Não conhecia ainda a israelense Gal Gadot, mas desde a primeira cena dela adulta, percebi que ela tinha o papel completamente nas mãos! Conversando com a Ana sobre ela, concluímos que, ainda que ela seja parecida com um mix de Isabelle Drummond e Isis Valverde, ela atua infinitamente melhor. Aliás, a gente ainda ficou sabendo que ela engravidou durante o período das filmagens, ou seja, mais um adicional de dificuldade pra um papel bem feito!

Depois, os outros atores e atrizes que reconheci de cara: Connie Nielsen, da série BOSS – que acabou com duas temporadas e recomendo muito, sobre o sujo jogo político de Chicago -, Robin Wright de House of Cards, Chris Pine, de Unstoppable (não vi Star Trek, me julguem), David Thewlis, de Harry Potter e até Danny Huston, de American Horror Story.

A história foi muito bem contada, desde os princípios da Temiscira, passando pelo vínculo do mundo divino e o mundo humano, até que a Diana e a Terra se apaixonam, uma pela outra. Sentia falta de ver essa motivação positiva num personagem, de simplesmente lutar por achar que o mundo pode ser melhor através do amor.

 

semtitulo.jpg
Steve S2 Diana

Diana mata o General Ludendorff, que ela acredita ser Ares e a guerra não acaba. Diana descobre que Ares é, na verdade, Sir Patrick Morgan, e que ele que vem fomentando a guerra no mundo todo. Outro personagem muito bem feito, com uma motivação pétrea e pura. Nesse final de filme, vem a minha única e pequena crítica: todo o filme é constituído preparando um embate entre Diana e Ares, e mesmo que ele aconteça de maneira magistral, acho que a história entre ambos poderia durar mais do que o primeiro filme.

Tudo bem, eu entendo que o mal feito por Ares se espalhou pelo mundo e doravante o planeta será sempre guiado por pessoas que buscam o seu próprio interesse – e essa é uma premissa interessante pra luta da Mulher-Maravilha, liderar os humanos ao amor pelo exemplo – mas eu queria mesmo era que ela e Ares travassem uma verdadeira guerra em vários filmes sucessivos. Talvez a DC não acreditasse no sucesso da trama, da personagem ou do filme, mas eu acreditei!

Um filme sensacional, que eu gostaria de ver de novo – e já sei que, pelo menos, verei outro, considerando que o segundo filme foi confirmado há poucos dias. Enfim, acho que estamos avisando à indústria a opinião do blog: Strong Female Protagonists garantiram ingressos e elogios mais do que suficientes pra que se continue investindo!

 

Deixe um comentário

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑