Sextão bem? Hoje é dia de uma despressurizada especial! Acontece que nós somos dois aficcionados por futebol americano e a temporada 2017 da NFL está pra começar. Já faz alguns anos que acompanhamos as trajetórias da bola oval e, em algum momento, escolhemos nossos times preferidos. Hoje queremos explicar pra vocês um pouco sobre como essa decisão amadureceu.
Eu já acompanho a NFL faz uns anos, mais especificamente, comecei a assistir em 2006. O que aconteceu foi o seguinte: nesse ano, eu fiz uma viagem para os EUA e queria comprar uma camiseta (ou melhor, uma jersey) de um time de futebol americano e uma de baseball. A de baseball foi fácil: escolhi do famoso New York Yankees, um dos únicos times que eu conhecia (minimamente). A de football já foi mais difícil. Entrei em uma loja com uma infinidade de camisetas, uns 100 modelos mais ou menos – pensando numa liga de 32 times com, pelo menos 3 uniformes cada (home, away e alternate, na época, se não me engano). E agora, o que fazer? Não conhecia nenhum.
Naquela época não tinha celular com internet. Ou se tinha, EU não tinha. Tinha um Nokia com tons polifônicos que jamais me ajudaria a tomar essa ~importante~ decisão! Então fui simplesmente pela mais bonita. Um amigo comprou a 7 do Atlanta Falcons, do Michael Vick, e eu comprei o uniforme principal, azul, número 12, de ninguém mais, ninguém menos que Tom Brady, the GOAT (sigla de Greatest of All Time), do New England Patriots. Na hora eu admito que ainda não sabia do peso daquela camisa!

De volta pro Brasil, devidamente uniformizado, um dia vi que um jogo da NFL estava passando. Comecei a assistir e comecei a gostar (mesmo sem entender muito bem). Um dia vi o Patriots jogando e jogando bem. Vesti a camiseta 12 e descobri os prazeres de torcer para um time tão bom (lembrando que sou gremista e que 2006 foi um ano complicado, com o Inter sendo campeão da libertadores e do mundial mais tarde naquele ano). Comecei a me apaixonar pelo esporte.
O Super Bowl XLI, em 2007 (mas referente à temporada de 2006) foi o primeiro que assisti, em que vi o Indianápolis Colts, de Payton Manning, vencer o Chicago Bears. O gosto foi meio amargo, pois havia visto o mesmo Colts derrotar o Patriots na final da Conferência Americana em um jogo dramático. Talvez esse revés tenha solidificado minha nova paixão, colocando uma dificuldade e uma prova na escolha do meu time.
Mas não tinha jeito. Comecei a entender e gostar cada vez mais do esporte. Dei sorte de ter escolhido um time tão dominante, que já me permitiu vê-lo ser campeão em mais de uma ocasião. Hoje sou um torcedor, sofro com o time, fiquei nervoso na final do último Super Bowl contra aquele mesmo Atlanta Falcons, que eu não sei se meu companheiro daquela viagem ainda torce ou não, como fico nervoso com todos os jogos importantes.

Não posso dizer que torço tanto para o Patriots, quanto torço para o Grêmio, mas são duas equipes que tenho um enorme carinho. Posso, no entanto, afirmar que hoje gosto mais de futebol americano do que o nosso futebol tradicional. Meu argumento para isso é que eu assisto qualquer jogo da NFL que estiver passando, mas só assisto futebol quando é o Grêmio ou algum jogo muito importante. Hoje, sou feliz com minhas escolhas, torcendo para o rei de copas e para o time mais vitorioso desse milênio na NFL.
@octavioff
Eu confesso que comecei a acompanhar a liga muito depois do Marcelo, então acho que a primeira temporada que vi inteira foi a de 2013. Lembro de ver o Superbowl XLVIII entre Seahawks e Broncos apostando no melhor ataque da liga, liderado pelo mesmo Peyton Manning que em 2006 foi ao Superbowl com o Indianapolis Colts, e diziam ser uma lenda em campo. Depois eu até vi, olhando a carreira dele, que é um dos maiores da história (e o maior que eu vi jogar, #corneta), mas naquele jogo não deu certo, a Legion of Boom (defesa do Seattle Seahawks) dominou o jogo do início ao fim e impôs uma vitória contundente. A minha história e a do Marcelo começam com Peyton Manning perdendo um Superbowl, hehe

O Denver Broncos foi o primeiro time em que pensei em torcer, por estar na final do campeonato e por ser no estado do “Colorado”, hehe. Depois daquela derrota, resolvi não escolhê-lo. Pensei no Seahawks, vencedor do ano, e desisti porque sabia que seria só a moda. Pra ser original, resolvi ir buscar um time diferente.
Então, fui buscar os melhores times da história, mesmo correndo o risco de escolher um time que, hoje, não é grande coisa. Lá, encontrei um fator que foi decisivo: houve um time, uma vez, que venceu uma temporada da NFL sem perder nenhum jogo. Foi em 1972. E foi…

E foi assim que eu descobri o Miami Dolphins! E quanto mais eu pesquisava, mais descobria jogadores e histórias incríveis: Dan Marino, Bob Griese, Larry Csonka e o recém entronado do Hall da Fama do futebol americano, Jason Taylor. Hoje, acompanho quase que diariamente os noticiários de Miami e tenho bastante carinho pelo time. Aliás, aceito presentes, caso alguém esteja planejando ir para lá.

Semana que vem, tem mais, vem despressurizar!

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