Às vezes é conveniente compartilhar como as publicações se originam na minha cabeça. Na verdade, essa é uma das poucas, rs.

Sábado eu pensava sobre o que escreveria hoje. Algumas coisas interessantes rolaram no final de semana: a quinta vitória seguida do Inter, a derrota do Corinthians (1979 segue valendo), mas resolvi me dar um pequeno presente e jogar uma partidinha no FIFA. Aí eu, antes de começar, liguei o Spotify e fui, mecanicamente, pro álbum 24K Magic, do Bruno Mars. Por que não?
24K Magic é o terceiro álbum solo de Peter Gene Hernandez, nome de batismo de Mars, e é, pra mim, o mais maduro. Bruno parece evoluir como artista e cantor, trazendo pra sua obra autoral o mesmo estilo “pop das antigas” que ele aplicou tão bem em “Uptown Funk”

Got kiss myself, I’m so pretty”
Com esse álbum, também, tive uma rotatividade de músicas preferidas. Comecei com 24K Magic por ser a primeira do disco e o primeiro single. Logo que ouvi toda a obra, fiquei mais entusiasmado com Chunky e Finesse, que estão bem naquele meio termo entre a música voltada pra melodia e a voltada para a batida. Hoje, já apontaria Perm e Calling All My Lovelies como as melhores, a primeira por me lembrar muito o rock dos anos 50 e a última pelo jogo de vozes – e pela participação da Halle Berry.
É um baita álbum, gosto muito por ser, no somatório, um álbum curto (quando me dou meia hora pra jogar videogame, minha cabeça já calcula uma exibição de 24K Magic) e porque ele varia muito os estilos, sem sair do pop. Não, Bruno Mars nunca vai ser Michael Jackson, mas a carreira do havaiano pode ser um memorial musical do Rei.

Deixe um comentário